Não será nesta edição do Campeonato Brasileiro que terá árbitro de vídeo. Dos 20 clubes da série A, 12 votaram contra e 7 a favor. O São Paulo não votou pois o presidente Leco precisou sair mais cedo da reunião, mas após a votação o cartola afirmou que é contra a ideia do árbitro de vídeo.

A justificativa dos votos contra foram por motivos econômicos, alegando a falta de dinheiro para a não implementação do programa VAR (nome dado ao assistente de vídeo).

– Vetar foi uma decisão da maioria, pelo custo elevados para os clubes. Para cada clube, (o árbitro de vídeo) custaria R$ 500 mil apenas para o segundo turno, ou R$ 1 milhão para o campeonato inteiro. Decidimos esperar a observação na Copa do Mundo e talvez implantar no Brasileiro do ano que vem – explicou o presidente do Vasco, Alexandre Campello.

Apenas os clubes com mais dinheiro no futebol brasileiro como Palmeiras e Flamengo votaram a favor, pois conseguiram bancar o árbitro de vídeo.

No entanto, haverá árbitro de vídeo a partir das quartas de final da Copa do Brasil, com custo bancado pela CBF.

Os clubes brasileiros são um reflexo de nosso país…afundado em dívidas e sem condições de implementar novos programas favoráveis a todos. Sendo assim, o futebol brasileiro vai ficando cada vez mais para trás.

A iniciativa de bancar o VAR seria apenas dos clubes ou das federações também?

 
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