Luiz Felipe Scolari foi campeão da Copa do Mundo em 2002, organizando um time com nomes como Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho, Cafu e Roberto Carlos. Mas o episódio mais recente na lembrança do brasileiro foi o 7 a 1, pela Copa do Mundo, dentro de casa em 2014.

Nos quatro anos da tragédia, a Alemanha teve uma campanha vexatória na Copa da Rússia, sendo eliminada ainda na primeira fase. E Felipão sagrou-se Campeão Brasileiro pelo Palmeiras.

Após a Copa do Mundo de 2014, Felipão treinou o Grêmio, sem muito destaque e se aventurou no futebol chinês. Retornou ao Brasil pelo Palmeiras, clube no qual possui uma bela história de títulos.

Perguntado sobre como se sentia sendo campeão brasileiro após o 7 a 1, Felipão afirmou que não se abalou, completando:

“Não, eu não precisava disto (para dar resposta). Quando terminou o campeonato mundial, a gente sabia e sabe que é perfeitamente normal que um resultado como aquele marque a vida de um técnico, marque a vida de uma seleção como a nossa. Sabemos que no decorrer dos trabalhos realizados a seleção que foi campeã em 2002 tem também valor, muito mais valor, que aquele resultado que foi uma desclassificação. As pessoas pensam que aquilo vai ficar marcado para o resto da minha vida. Eu trabalhei tanto tempo como jogador e como técnico que sei discernir um momento bom de um momento mau. Aquele foi um momento ruim.”

O técnico ainda revelou que não queria regressar ao Brasil, mas acabou cedendo para treinar o Palmeiras.

“Não vale a pena me explicar. Eu não queria voltar ao Brasil, mas foi uma solicitação tão diferente e eu, conhecendo o espírito do Palmeiras, e sabendo que poderia trabalhar de uma forma diferente de 2012, quando fomos campeões da Copa do Brasil por milagre, eu aceitei essa oportunidade, fiquei feliz e estou feliz.”

Quando questionado se estava ultrapassado, Felipão se defendeu, mas de maneira não agressiva. Segundo ele, quem está de fora não tem como avaliar seu trabalho, pois não o acompanha no dia a dia. Felipão ainda garantiu que não ficou parado no tempo.

“Não sou ultrapassado. Não sou o melhor, não sou o pior, eu sou um bom técnico, tenho métodos iguais aos outros. Quando vejo as pessoas comentando sobre o método de treinamento ultrapassado… Primeiro lugar, desde que estou no Palmeiras ninguém assiste meus treinamentos. Então não podem falar nada! Mas a gente ouve e deixa falar”, respondeu Felipão.

“A gente tinha que ganhar alguma coisa. Tivemos três chances para ganhar e só ganhamos essa hoje. No ano que vem a exigência é maior”, finalizou Felipão.

 

 
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